Em mensagem de Natal, Temer faz apelo pela reforma da Previdência

Em um pronunciamento na noite deste domingo, o presidente Michel Temer fez um novo apelo pela aprovação da reforma da Previdência, prevista para ser votada em fevereiro de 2018. Com uma mensagem de otimismo, o presidente afirmou ter “plena convicção” de que os parlamentares irão votar a favor da reforma e que “não faltarão ao Brasil”.
O presidente Temer disse ainda que reformar o sistema previdenciário “não é uma questão ideológica ou partidária”, mas “uma questão do futuro do país”. O presidente mencionou o caso da Argentina, que recentemente aprovou a proposta, não sem protestos violentos que tomaram o país.



“Devo dizer uma palavra sobre a Reforma da Previdência: não é uma questão ideológica ou partidária, é uma questão do futuro do país e para garantir que os aposentados de hoje e os de amanhã possam receber suas pensões. O nosso país vizinho, a Argentina, num gesto consciente e de união pelo país, deu exemplo e acaba de aprovar a sua reforma. Tenho plena convicção de que os nossos parlamentares darão o seu voto e o seu aval para que isso também aconteça aqui. Tenho certeza que eles não faltarão ao Brasil” pede o presidente.

No vídeo, Temer diz ao telespectador que ele já pode projetar um 2018 melhor, com um ano de mais estabilidade, empregos e realizações.
“O sentimento agora deve ser o de esperança, o de otimismo” afirmou o peemedebista, que acrescentou que o seu governo seguirá em frente, “sem jamais desistir”:
“E que nesta noite de Natal, ao lado da sua família, você tenha toda certeza de que o Brasil que queremos e estamos construindo é o Brasil que abraça e cuida dos seus filhos. E de que vamos seguir em frente, sem jamais desistir”.
Temer aproveitou para fazer um balanço positivo de sua administração, citando vitórias como a aprovação da reforma trabalhista, a reforma do ensino médio e o resgate das contas inativas do FGTS, entre outras coisas.
“2017 foi um ano de grandes desafios para todos nós, mas também foi um ano de conquistas importantes e, eu diria, essenciais para o país que queremos ser. E vamos ser” diz o presidente, em tom otimista, voltando a afirmar que seu governo não “esperou por milagres” nem contou com “salvadores da pátria”:
“Não adotamos modelos populistas, nem escondemos a realidade. Nada de esperar por milagres e contar com salvadores da pátria” afirmou. (por Leticia Fernandes/O Globo)



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