Tasso desiste de disputar presidência do PSDB e apoia Alckmin no lugar

O senador Tasso Jereissati (CE) desistiu nesta segunda-feira (27) de disputar a presidência nacional do PSDB na convenção nacional do partido, marcada para o próximo dia 9, em Brasília. O tucano defende agora que o governador Geraldo Alckmin, que é pré-candidato à Presidência da República, assuma o comando do partido.
O senador cearense se reunirá nesta segunda com o governador paulista em São Paulo. A expectativa é de que, após o encontro, seja anunciada uma chapa única para a executiva do PSDB. O governador de Goiás, Marconi Perillo, que pleiteia vaga, está na capital paulista e pode participar da reunião. Perillo já havia sinalizado que aceitaria abrir mão da candidatura em nome de Alckmin.



Depois de um longo dia de conversas, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu na noite de domingo (26) que concorrerá à presidência do PSDB.
Antes de anunciar que disputará o cargo, o tucano espera uma conversa conjunta com os dois postulantes pela presidência: o senador Tasso Jereissati (CE) e o governador Marconi Perillo (GO). O anúncio pode ser feito ainda nesta segunda-feira (27), para quando está previsto um encontro entre os três, em São Paulo.
O primeiro sinal positivo veio de Tasso, conforme antecipou a Folha de S.Paulo, com quem o governador paulista conversou na última quinta-feira (23). Ele aguardava um encontro com Perillo para saber se o goiano também abriria mão de disputar o comando do partido, o encontro aconteceu na noite de domingo em São Paulo.
Alckmin quer uma conversa conjunta com os dois para “aparar arestas”. Sua candidatura é vista como a única saída para unificação do partido, diante disso, ele quer evitar que essa unidade se dê apenas “da boca para fora”.




No início da tarde, em evento em São Paulo, o governador desconversou.
“Pode [ser meu nome ou] pode ser outro também”, afirmou o tucano, esquivando-se da pergunta sobre eventual candidatura para a direção da sigla. Ele foi questionado sobre o tema em seminário promovido pela revista “Veja“.
Alckmin disse que há dois candidatos, Tasso e Perillo, e que Fernando Henrique “fez um apelo por unidade no partido”.
Segundo o governador, haverá um encontro para discutir a situação.
Alckmin também se esquivou diante da pergunta sobre sua pré-candidatura a presidente da República em 2018.
Evasivo, disse que há outros nomes no partido, como o do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, e o do prefeito de São Paulo, João Doria, que “ainda não disse que não pretende” concorrer ao Planalto.



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