Maradona diz que é um soldado de Maduro e pede para ele ‘nunca desistir’

O ex-jogador argentino Diego Maradona disse nesta terça-feira ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro, para não “desistir nunca” diante de seus adversários, e se declarou um “soldado” do chavismo, durante uma partida de futebol em Caracas.
“Não desista. No futebol você pode estar perdendo por 3 a 0 mas não se entrega. Você precisa jogar pelos venezuelanos. Viva Maduro!” – exclamou Maradona após tocar bola com o líder venezuelano.
No campo de futebol do complexo militar de Forte Tiuna, o ex-capitão da Argentina revelou ter visto um “Nicolás forte” durante sua visita de dois dias à Venezuela.

 



“Estamos firmes, somos soldados de Nicolás (…) Venho para dar meu apoio com minha família”, declarou Maradona diante de um emocionado presidente.
Maradona felicitou Maduro por “ter resistido a um montão de embates com a oposição”, após meses de protestos que deixaram 125 mortos entre abril e julho passados.
O presidente agradeceu Maradona e o presenteou com uma camisa da seleção venezuelana e uma foto do jogador com o finado presidente Hugo Chávez.
Em agosto deste ano, a estrela do futebol argentino Diego Maradona tinha enviado uma mensagem de apoio ao presidente venezuelano Nicolás Maduro, em espanhol, italiano e inglês, no qual ele se oferece como “soldado” da revolução bolivariana. A mensagem só pode ser vista clicando na nova foto de sua conta oficial na rede social do Facebook, onde ele usa uma boné de beisebol cubano azul.

“Nós somos chavistas até a morte, e quando Maduro ordena, estou vestido como soldado para uma Venezuela livre, para lutar contra o imperialismo e aqueles que querem aproveitar nossas bandeiras, que é a coisa mais sagrada que temos”, escreveu Maradona.
Em uma mensagem que também tem a assinatura de seu parceiro Rocío Oliva, Maradona mais uma vez expressou seu apoio ao governo venezuelano. “Viva Chávez, Viva Maduro, Viva a revolução, viva os venezuelanos de pura tensão, não os venezuelanos interessados ​​e envolvidos com o direito”, disse ele.

 



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