Por 3×0, Tribunal condena Lula a 12 anos de prisão

Por unanimidade, os três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) votaram em favor de manter a condenação e ampliar a pena de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP).
Além de torna o ex-preside Lula inelegível ou seja fora das eleições deste ano, os desembargadores decidiram aumentar a pena de 9 para 12 anos e 1 mês de prisão.
Votaram no julgamento o relator do processo, João Pedro Gebran Neto, o revisor, Leandro Paulsen e o desembargador Victor dos Santos Laus.



O último a votar foi o desembargador Victor Laus pode seguir o entendimento dos outros dois magistrados. Isso deixou o placar do julgamento em 3 a 0, o que limitaria os recursos do ex-presidente para recorrer da decisão. Mesmo assim, há uma loga jornada de recursos que pode beneficiar o ex-presidente Lula
Laus elogiou a Operação Lava Jato por ter se colocado “a serviço do desbaratamento que diz ter havido”. O magistrado também aproveitou para enaltecer o juiz Sérgio Moro, responsável pelos casos analisados na primeira instância. Laus chamou Moro de “corajoso” e “brilhante”. “É incontroverso a qualificação dos profissionais debruçados sobre a Lava Jato”, disse.
Ao finalizar seu voto o desembargador afirmou “Por que alguém reforma um imóvel se não tem interesse nele?”, pontua Victor Laus. O magistrado diz que há provas documentais “para quem quiser ver”.
Juiz Por 3x0, Tribunal condena Lula a 12 anos de prisão
O revisor desembargador Leandro Paulsen, acompanha a decisão do relator do caso do Triplex  e vota pela manutenção da condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo crime de corrupção passiva. Com a posição do Revisor o Tribunal Federal já tem maioria para manter Lula inelegível.
O revisor do caso triplex no Tribunal da Lava Jato, Leandro Paulsen, afirmou ser ‘inequívoco o nexo entre a conduta’ do ex-presidente Lula e ‘os crimes praticados’ na Petrobrás. “Lula agiu por ação e omissão para prática criminosa”. O desembargador ainda diz considerar que o triplex configura propina da OAS ao ex-presidente, seguindo o entendimento do relator do processo, João Pedro Gebran Neto.
Para Paulsen, ‘Luiz Inácio agiu pessoalmente para tanto bancando quedas de braço com conselhos da Petrobrás’na condição de presidente da república’ e chegou a ameaçar ‘a demissão dos conselheiros caso não fosse confirmada a indicação’ de sua escolha na estatal.



gebran Por 3x0, Tribunal condena Lula a 12 anos de prisão
Desembargador Pedro Gebran Neto; relator
O desembargador Pedro Gebran Neto, relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, deu seu o primeiro voto no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso do triplex do Guarujá, no qual considerou o petista culpado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e recomendou uma pena total de 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado, maior que a pena de 9 anos e seis meses estabelecida pelo juiz Sérgio Moro.
Durante um largo voto, que durou mais de 3h horas, Gebran Neto rejeitou os pedidos da defesa que tentavam questionar a competência do juiz Sergio Moro e da 8ª Turma de Curitiba para julgar Lula. Ele também considerou existir provas de que o triplex era do ex-presidente e a reforma foi feita no apartamento no Guarujá. como compensação da empreiteira OAS para obter contratos com o governo federal.
Diante do voto do desembargador Pedro Geban Neto, o placar esta desfavorável ao ex-presidente petista, que pode fica ‘inelegível’ ou seja fora das eleições deste ano.
O COMEÇO
O mundo político está de olho em Porto Alegre, onde começa o julgamento do ex-presidente da republica Luis Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no valor de R$ 2,2 milhões a 9 anos e 6 meses de prisão no processo envolvendo o triplex do Guarujá.
A decisão, de julho do ano passado, considerou que havia provas de que o imóvel era parte da propina destinada ao petista pela empreiteira OAS. Foi a primeira vez que um ex-presidente sofreu condenação por crime comum no Brasil. Lula nega que tenha aceitado o imóvel da construtora e apela por sua absolvição.



O ex-presidente está sendo julgado pela 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4). Os desembargadores Gebran Neto, relator do caso, Leandro Paulsen e Victor dos Santos Laus decidirão o futuro de Lula. Se a decisão do juiz Sérgio Moro for mantida, Lula pode ficar inelegível e ter prisão decretada.
Apesar de vocês… Enquanto voava para Porto Alegre, na véspera da decisão que vai definir os rumos da eleição de 2018, Lula fez uma análise sobre o próprio futuro. Disse aos aliados que seu “julgamento político” não será feito pelos três juízes do TRF-4 que dirão, nesta quarta (24), se ele deve mesmo ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. O petista ressaltou apoios que recebeu nos últimos dias, disse que sua versão ganhou aderência e garantiu que sua história não terminaria ali.
Lula ressaltou que está “muito feliz” por acreditar que está “ganhando a batalha na sociedade” o que tem sido mostrado, segundo ele, pelas pesquisas de intenção de votos.
O ex-presidente não esboçou euforia, ansiedade ou irritação aos companheiros de partido. Enumerou todos os veículos de comunicação do exterior que, considera, publicaram artigos que contemplaram sua visão sobre a disputa jurídica na Lava Jato.
Lula também listou os especialistas que, ressaltou, sem que ele pedisse, criticaram a sentença de Sergio Moro.
Desiguais Juízes e integrantes de cortes superiores que opinaram sobre o julgamento avaliam que é nula a possibilidade de não haver qualquer divergência entre os três titulares da turma do TRF-4 que vai julgar Lula. Ao menos na dosimetria das penas, dizem, haverá desencontro. Muitos apostam em 2 a 1.
Rápida Opinião….
Enquanto especialista apontam falhas no processo acusatório contra o ex-presidente petista, o Ministério público esta confiante na condenação imposta pelo juiz federal Sérgio Moro.
Mas as coisas não parece tão fácil assim. A reação do mundo político aqui e fora do país pode ser voraz, podendo acerta de cheio o judiciário brasileiro, e o temor do adversários petista, que ele seja vitimizado pelo sistema.
A pontos na peça de acusação contra Lula que se quer a existência de provas que possa envolve-lo em crimes. A defesa do ex-presidente e especialista consultados apontam falhas e contradições na condenação de Moro, enquanto o presidente do próprio Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF-4), afirmou que irretocável o processo condenatório feito pelo juiz federal.
A reação certamente virá aqui ou no exterior se Lula for condenado e ficar fora das eleições deste ano, já que o petista lidera com folga as pesquisa de opinião pública. Enquanto isso, o judiciário terá que da muitas explicações sobre as provas do crime contra o ex-presidente.
A sorte foi lançada agora só resta aguarda pelo resultado. Triste se essa eleições, não tive o petista na disputa já que muitos brasileiro esperam derrota-lo nas urnas.



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *