‘Clandestina em série’ ataca outra vez. Voou para Londres sem pagar

Marilyn Jean Hartman é bem conhecida das autoridades. Mas continua a praticar a sua atividade já habitual: apanhar voos clandestinamente
Apelidada de ‘clandestina em série’, a americana de 66 anos Marilyn Jean Hartman tem um hábito, no mínimo, invulgar: apanha aviões sem ter bilhete, autorização de embarque ou sequer passaporte. Já o fez várias vezes, foi apanhada em algumas, mas continua a tentar. E com sucesso.



 

O caso mais recente aconteceu esta semana, noticia o Washington Post. Esgueirou-se através da segurança do Aeroporto Internacional O’Hare de Chicago, entrou num avião e voou até ao aeroporto de Heatrow, Londres.
Só aí foi apanhada, na segunda-feira, e recambiada para os EUA na quinta. Agora, está acusada de transgressão criminal e furto.
Não é a primeira vez que a clandestina Marilyn Hartman responde a acusações criminais.
A primeira vez que foi apanhada a tentar entrar ilegalmente num avião ocorreu em 2014, quando foi impedida de embarcar num voo para o Hawaii. Sabe-se no entanto que nesse mesmo ano conseguiu voar entre San Jose e Los Angeles, na Califórnia, sem pagar. E que no ano seguinte embarcou num avião no Minnesota e foi até à Florida.
HTA Clandestina em série ataca outra vez. Voou para Londres sem pagar
Marilyn Hartman nesta combinação de quatro fotos de reserva de 2014 lançadas pelo escritório do xerife do condado de San Mateo.
Foi nesse ano de 2015 que acabou por ser presa, mas em Chicago, por ter sido detetada várias vezes a tentar escapar à segurança nos dois maiores aeroportos da cidade.
Em 2016, um tribunal do Illinois condenou a clandestina Hartman a seis meses de tratamento num centro de saúde mental e à proibição de voar durante dois anos. Mas nada disto lhe fez mudar o comportamento.
Normalmente, Marilyn Jean Hartman ‘a clandestina em série’ tenta infiltrar-se em grandes grupos de turistas, de forma a conseguir escapar, na confusão, dos controlos de segurança. Terá sido o mesmo esquema que utilizou neste mais recente episódio, mas a Administração para a Segurança de Transportes americana está agora a investigar.
Não é claro o que leva a mulher a cometer estes atos. Em tribunal, declarou anteriormente acreditar que são as “outras pessoas” autoridades, outros passageiros, até o Presidente Barack Obama que conspiram para que ela faça tais atos. Chegou mesmo a dizer que não lhe dão penas mais pesadas para que possa sair e voltar a fazer o mesmo.

 



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *